O compromisso e a saúde
mai 1st, 2009 | By admin | Category: Artigos
Saúde pública é uma obrigação constitucional do poder público em todos os níveis. Mas antes, e acima de tudo, é um compromisso de qualquer cidadão consigo próprio e com a sua comunidade. O gestor tem uma responsabilidade ainda maior, porque compete a ele aplicar as políticas públicas e zelar pelo bem-estar da população de um modo geral.
Os últimos anos trouxeram inúmeras mudanças ao setor de saúde pública. Em São João do Piauí, que temos a honra de governar, verifica-se a transformação do município em um pólo de saúde, quer falemos da medicina preventiva, quer tratemos das ações curativas e de recuperação.
A prefeitura, em grande parte, tem contribuído para essa mudança ao chamar para si a responsabilidade pelo cuidado com as pessoas. Também por conta de ajuste financeiro através do qual se pode pagar melhor aos médicos, enfermeiros e demais profissionais que atuam no setor, bem como garantir o rigoroso cumprimento de prazos junto aos fornecedores.
É voz corrente em todo o município, que apesar a ampliação de nossa abrangência e da conseqüente busca pela universalização no atendimento às demandas da saúde, não registrou-se de modo algum quebra de qualidade dos serviços médicos, odontológicos e laboratoriais oferecidos pela municipalidade. Os números de atendimento só têm crescido.
Foram 29,4 mil consultas em 2005; 37,8 mil em 2006; e 46,3 mil em 2007. Ano passado, foram realizados quase 42 mil procedimentos odontológicos. Ao longo da nossa gestão, superaram-se todas as metas de vacinação. Na Maternidade “Mãe Elisa” também ampliou-se consideravelmente o número de procedimentos. Foram 3,5 mil em 2005, passando para 4,6 mil em 2007. Este ano, espera-se ampliar ainda mais.
Este compromisso com o setor é uma imposição da lei, mas é também a forma que nós encontramos para dizer que nos preocupamos com cada sanjoanense, de modo a ressaltar o comprometimento de nossa gestão com o futuro do município e de sua gente. À medida em que avançarem os investimentos e procedimentos, teremos uma população cada vez mais saudável, fazendo com que dependam em escala menor do poder público e abrindo espaço para que outras pessoas sejam atendidas. É um ciclo que se consolida na continuidade das ações administrativas e por meio do qual a população só tem a ganhar. Percebe-se que tais ações precisam se estender do cidadão para o outro (ninguém é uma ilha). E que devem ser estendidas também do agora para o futuro. É assim que pensamos. É assim que fazemos.
# Roberth Paes Landim
# Publicado no Jornal Meio Norte em 02/05/2008.